A DÍVIDA DE ADOLF HITLER PARA COM KARL MARX

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6 Resultados

  1. carlos disse:

    Oi gostaria que me mandasse a fonte algum livros para que eu possa eestudar sobre o assunto.

  2. Pedro disse:

    Esta propaganda liberal é mesmo básica.

    Em primeiro lugar o socialismo é anterior ao marxismo, o facto de o nazismo ser socialista não implica que seja marxista.

    Depois, não foi o Marx que inventou os campos de concentração. Os primeiros da história foram criados pelos liberais ingleses, onde mataram milhares de mulheres e crianças bóeres.

    Do mesmo modo, os liberais ingleses anteciparam as fomes provocadas estalinistas, assassinando milhões de pessoas na Índia, nos Séc. XVIII e XIX e até na segunda guerra mundial.

    Os próprios alemães já tinham encetado um extermínio étnico no sudeste africano antes da primeira guerra.

    Por outro lado, claro, é um ridículo atroz dizer que o anti-semitismo teve origem no Marx.

    A europa cristã sempre foi violentamente antisemita.

    Moro em Lisboa, onde uma numerosa e próspera população judaica foi massacrada uns 400 anos antes do Marx nascer.

    Tenham vergonha antes de dizer tanta asneirada.

    • Augusto Zimmermann disse:

      Pedro: Eh voce quem deveria ter vergonha de ser tao profundamente ignorante de fatos historicos tao basicos. O seu comentario demonstra o grande problema do ignorante que se arvora o conhecedor profundo dos fatos. Para o seu esclarecimento, o liberalismo classico se opoe diretamente a interferencia do Estado na vida do individuo e sustenta a ideia do Estado de Direito, com a sustentacao de carater juridico-constitucional dos principios liberais de separacao de poderes, direitos individuais (a vida, a liberdade e a propriedade), e tudo isto sob um ponto de vista ideologico que reduza consideravelmente o poder potencialmente oppressor do Estado e sua capacidade para a pratica destes atos genocidas por voce idioticamente imputados ao liberalismo classico.

      Para voce compreender melhor as raizes profundamente marxistas do moderno anti-semitismo e do genocidio de natureza ideologico, é necessário, primeiramente, que voce venha algum dia a ler o meu livro Western Legal Theory (LexisNexis Butterworths, 2012).

      Neste livro, busquei, alem de outras coisas, investigar as dimensões religiosas e genocidas do marxismo, que não é apenas uma ideologia politica simples arranjo de transformação social, econômica e política, mas, também, uma forma de teologia secular. Sob vários aspectos, o marxismo não é menos religioso ou dogmático do que as religiões tradicionais do judaísmo, do cristianismo e do islamismo. De fato, o marxismo traz em si uma cosmovisão completa que inclui uma explicação da origem do universo, bem como uma teoria escatológica acerca do destino final da humanidade. O marxismo é claramente dotado de dimensões proféticas e certezas, que são o núcleo da sua mensagem e do seu apêlo. Se atentarmos às analogias do marxismo com as religiões mundiais (e seus elementos escatológicos), perceberemos que o marxismo corretamente institucionalizado tem muito em comum com as religiões ortodoxas.

      Entretanto, o legado do marxismo e o legado de religiões como o cristianismo e o judaísmo diferem em alguns aspectos fundamentais. De fato, as grandes religiões do mundo perduraram por milênios e, se causaram sofrimento, também foram responsáveis por gloriosas realizações – realizações espirituais, culturais, artísticas, civilizacionais e arquitetônicas monumentais, tanto no sentido literal quanto metafórico; e em certos casos, se se for acreditar em Weber, realizações econômicas significativas. O marxismo institucionalizado durou setenta anos na Rússia Soviética. Naquele curto espaço de tempo, custou milhões de vidas, escravizou milhões de pessoas e reduziu países outrora civilizados em ruínas dilapidadas. Seu legado espiritual é zero. Sua praticamente única realização (nada desprezível) tem sido endurecer o caráter daqueles que não sucumbem ou se curvam em tempos difíceis. A única grande literatura por que o comunismo foi notadamente responsável, e praticamente a única grande literatura produzida sob esse regime, tem sido a literatura de oposição e de sofrimento. Quanto menos for dito sobre suas realizações, melhor. Em suma, marxismo funciona como um credo socialista fundado nas convicções de Marx segundo as quais o proletariado desenvolveria uma consciência revolucionária. Visto que Marx acreditava haver descoberto o segredo para a perfeição da condição humana, a política tornou-se, para ele, um tipo de religião secular segundo a qual o ideal de salvação humana seria atingido pelas ações revolucionárias do proletariado na história.

      Comparando essa escatologia marxista com a escatologia bíblica do livro de Apocalipse, se o “deus” do marxismo pode ser descrito como processo histórico dialético em direção ao comunismo, seu “diabo” são as “forças reacionárias” que impedem ou embaraçam a consumação escatológica do paraíso comunista. Esses reacionários estão destinados a encontrar a sua destruição final nas chamas da revolução mundial.

      Tendo essa idéia em mente, Marx sustentava que os direitos humanos são variáveis e condicionados à classe social. Eles não são estáveis, e, sim, evoluem segundo os progressivos estágios da guerra de classe. Em seu livro A Questão Judaica, Marx afirmou que “os chamados direitos do homem são simplesmente os direitos do homem egoísta, do homem separado dos outros e da comunidade”. Esses direitos não seriam fundados sobre as relações entre cidadãos livres e responsáveis, mas, sim, sobre a “separação entre os homens; é o direito a essa separação”, declarou Marx. Sua interpretação da célebre Declaração Francesa dos Direitos do Homem e do Cidadão (1789) era que ela se fundava “não na associação do Homem com o Homem, mas na separação entre os Homens”, o que, desse modo, reduzia a comunidade política a “mero meio de manutenção desses chamados direitos do Homem”. A aplicação prática desses direitos, concluiu ele, “é o direito do Homem à propriedade privada”.

      No livro Democracia e Totalitarismo, o filósofo francês Raymond Aron discute as idéias que inspiraram os regimes de orientação marxista, bem como o nacional-socialismo de Hitler. Segundo ele, a destruição dos kulaks durante as campanhas de coletivização na antiga União Soviética é análoga à política genocida nazista contra grupos étnicos considerados inferiores racialmente. Semelhantemente à Alemanha nazista de Hitler, a União Soviética de Lênin legitimava-se a si própria criando categorias inteiras de “inimigos”. Eles eram descritos como “sub-humanos” que eram convenientemente desumanizados e destruídos sem misericórdia em larga escala. Na Alemanha nazista, os primeiros alvos de exterminação em massa pelo Estado foram os aleijados e retardados e, depois, os judeus.

      Na União Soviética, as vítimas eram a princípio os “inimigos do povo”, categoria de pessoas que poderia incluir não apenas supostos opositores do regime, como também grupos nacionais e etnias, “se parecessem (por razões igualmente mal-definidas) ameaçar o Estado soviético”. Esses “inimigos do Estado” foram presos e executados não pelo que tinham feito, mas por quem eles eram. A propaganda soviética os descrevia como “meio-animais” e “algo ainda mais inferior que um bovino bípede”. Ela se lhes referia em termos social-darwinistas como “parasita”, “poluição”, “ervas daninhas a serem extirpadas”, do mesmo modo como a propaganda nazista associava os judeus às imagens de parasita ou peste. Segundo Stéphane Courtois: “No comunismo existe uma eugenia político-social, uma forma de darwinismo social. (…) Como senhor do conhecimento da evolução das espécies sociais, Lênin decidiu quem deveria desaparecer ao condenar à lata de lixo da história. A partir do momento em que uma decisão fôra tomada com uma base “científica” (…) de que a burguesia representava um estágio da humanidade a ser ultrapassado, sua liqüidação como classe e a liqüidação dos indivíduos que real ou supostamente lhe pertenciam estaria justificada”.

      É importante mais uma vez ressaltar que foi na União Soviética, e não na Alemanha nazista, que o primeiro campo de concentração da Europa foi construído. Já em outubro de 1923 havia 315 desses campos espalhados por toda a União Soviética. Apenas de 1929 a 1951, ao menos um entre cinco homens adultos já haviam passado por eles. Nesse período, não menos do que 15 milhões de pessoas foram condenadas a trabalhos forçados, com a morte de mais de 1,5 milhão na prisão. Seis milhões foram deportados coletivamente em família ou em grupos étnicos inteiros.

      Hitler soube desses campos soviéticos e aprendeu com eles a fim de criar campos de concentração para a Alemanha nazista. Como destacou Kaminski: “Os líderes do comunismo soviético foram os inventores e criadores dos (…) estabelecimentos chamados “campos de concentração” (…). [Eles] também criaram um método específico de argumentação jurídica, uma rede de conceitos que incorporavam implicitamente um sistema gigantesco de campos de concentração, o qual Stálin apenas organizou tecnicamente e aprimorou. Comparados com os campos de concentração de Trotsky e Lênin, os de Stálin representaram apenas uma forma gigantesca de implementação (…). E, evidentemente, os nazistas encontraram tanto em uns quanto nos outros modelos prontos e acabados, os quais eles só precisaram aprimorar. Os homólogos alemães aproveitaram-se prontamente desses modelos”.

      A história mostra para além de qualquer dúvida que o genocídio de classe promovido por todos os regimes marxistas têm sido auxiliados e estimulados por uma filosofia política que encoraja, inadvertidamente, se não explicitamente, políticas governamentais que vieram a ser altamente genocidas. O problema não é tanto que essa filosofia não preste atenção o bastante em políticas que se tornam genocidas, mas, sim, que essa filosofia (e aqueles que a apóiam) pode realmente ter alguma responsabilidade pelo que aconteceu. Essa filosofia preparou a mentalidade e forneceu toda uma fundamentação para a implementação do assassinato em massa e da violência praticados pelo Estado.

      Nesse sentido, uma das características mais perturbadoras dos regimes comunistas de inspiração marxista não é apenas a quantidade de vítimas presas, torturadas ou assassinadas, mas, sim, o próprio princípio em que pode se basear o genocídio de classe. Uma vez no poder, regimes marxistas tendem a abandonar completamente a noção de responsabilidade pessoal. O aparato repressor do Estado é, então, utilizado perseguir pessoas e destruí-las, não com base no que elas fizeram, mas, sim, com base na sua condição social ou “categoria”.

      Uma vez que a idéia de culpa pessoal é abolida, o governo pode facilmente “exterminar” categorias inteiras de indivíduos somente por conta da ocupação ou do parentesco. Não há limite para as conseqüências que esse terrível princípio pode ter. Não poderiam ser classificadas categorias inteiras de “inimigos” e condenadas à prisão ou à morte somente com base na sua cor de pele, sua origem racial ou nacionalidade? Não existe uma diferença moral essencial entre guerra de classe e guerra racial, entre destruir uma classe e destruir uma raça. Assim nasceu a prática moderna do genocídio moderno.

      Para mais informacoes, leia: Augusto Zimmermann, Western Legal Theory: History, Concepts, Perspectives (LexisNexis Butterworths, 2012)

      • Pedro disse:

        Caro Zimmermann.

        Lamento informá-lo, mas não foi o comunismo que inventou o terrorismo de estado, a discriminação social, racial ou religiosa.

        O antisemitismo que Hitler adoptou veio do cristianismo do baixo império, medieval e da idade moderna.

        Por exemplo, as leis de Nuremberga que discriminaram os judeus, parecem cópias das leis anti-semitas papais e reais adoptadas ao longo de milhares de anos.

        A noite de cristal é igual a milhares de outros pogroms que decorreram na Europa durante milhares de anos.

        O extermínio nazi dos judeus, ciganos e eslavos encaixa perfeitamente nos extermínios coloniais levados a cabo, por exemplo, pelos capitalistas EUA contra os índios.

        O racismo foi abertamente praticado pelo estado nos capitalistas estados unidos até aos anos 60.

        Invasão, escravização e até extermínio de populações foram praticadas pelos países capitalistas há séculos.

        Poucos anos antes do nazismo, próprio exército colonial alemão, do qual o partido nazi adoptou a camisa castanha, praticou deportação e extermínio de populações na África austral.

        A primeira vez que Hitler, tal como o mundo, ouviu falar de campos de concentração foi quando os ingleses os inventaram na guerra dos bóers.

        E no campo da discriminação por classe, quer melhor que o sufrágio censitário, a proibição de associação e de expressão que o capitalismo liberal impôs á maior parte da população no seu apogeu no Séc.XIX ?

        Os sindicatos eram proibidos, as greves, manifestações também. A maior parte da população era mantida em estado de autêntica escravatura, trabalhavam desde a infância 16 horas por dia, 6 dias por semana em troca de um salário de fome que só lhes permitia viver em barracas.

        Essa era a “belle époque” do capitalismo liberal.

        A maneira como os capitalistas liberais tratavam os seus próprios povos não se distingue muito da maneira como o Hitler tratava os trabalhadores forçados dos países invadidos…

        Sim, o comunismo cometeu muitos crimes e terá inspirado o Hitler.

        Não, não foi de nem de longe a única fonte de inspiração.

        O nazismo também teve óptimos mestres nos capitalistas liberais e nas igrejas cristãs.

  3. Tercio disse:

    Toda e qualquer visão sobre o nazismo vinda de um judeu, é absolutamente parcial e eivada de menosprezo à verdade. Texto repleto de informações e fontes, porém conduzido de uma forma absolutamente parabólica à verdade. Essa sempre foi a sistemática utilizada para desmerecer o Nacional Socialismo Alemão desde que seu sucesso estrodoso tornou-se uma ameaça ao poder financeiro mundial, todo ele comandado por judeus. O nazismo arranhou o poder da Nova Ordem Mundial judaica, que tratou de criar factoides para demonizar a figura de Hitler ad eternum. O nazismo se tornou perigoso e poderia destruir o Império financeiro mundial dos judeus e consequentemente seus poderosos lobbys políticos por todo o mundo. Quase oitenta anos de lavagem cerebral por um fio não destroçou a realidade por completo, porém algumas mentes ficaram imunes ao processo de estandarização do pensamento, produzido pelo poder judaico. E os poucos que se atrevem a opinar de forma contrária, são perseguidos, presos ou destruídos. Está tudo consumado e a mentira se tornou uma verdade inquestionável protegida até por anteparos legais. Pobre mundo…

    • Augusto disse:

      Tercio: Obrigado por manifestar toda a sua ignoracia e preconceito. Para a sua informacao, a minha familia eh de origem alema e sequer possuo descendencia judaica. Por outro lado, muito me impressiona este seu abjeto anti-semitismo e apoio apaixonado a ideologia genocida e anti-crista do Nacional Socialismo.

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